O blog ressucitou, como muitos haviam previsto. Por quê? Simplesmente porque minha vida não faz sentido sem o movimento das palavras. Mas, agora, meus caros, muita coisa mudou. Atravessei o Atlântico e vim viver na minha cidade favorita: Barcelona. De sopetão coloquei todos os resquícios do que ainda prestava em uma mala e vim começar de novo. Esse ano em terras catalanas me transformou dos pés à cabeça, quase mudei de alma. Quase. Aqui permanecem as frases in natura, os parágrafos desobedientes, os neologismos do coração, a curiosidade vulcânica e a falta de cansaço por pensar demais. Demais, demais, demais, sempre demais… A intensidade sem limites e todas suas consequências. Os ímpetos racionalizados e a teimosia silenciosa.
Como eu havia dito – com a ajuda de Sthendal – no último post da primeira versão do Pedaços: “O amor é uma flor delicada, mas é preciso coragem de ir colhê-la à beira de um precipício”.
Eu adoro precipícios, eles funcionam melhor do que qualquer dose cavalar de Red Bull. E sobre o amor… Cada dia eu o vejo de uma forma diferente e sempre tenho a sensação de tê-lo descoberto pela primeira vez. É fácil falar de amor quando as pessoas parecem imortais e a segurança da rotina mantém seus desejos sob rígido controle. No momento em que isso muda, a respiração pára por alguns longos minutos. E ao recuperar o fôlego, perder tempo se transforma na pior das heresias…
Prometo dois posts por semana.
Foto da Home: Gabo Morales
Hasta!
O blog ressucitou, como muitos haviam previsto. Por quê? Simplesmente porque minha vida não faz sentido sem o movimento das palavras. Mas, agora, meus caros, muita coisa mudou. Atravessei o Atlântico e vim viver na minha cidade favorita: Barcelona. De sopetão coloquei todos os resquícios do que ainda prestava em uma mala e vim começar de novo. Esse ano em terras catalanas me transformou dos pés à cabeça, quase mudei de alma. Quase. Aqui permanecem as frases in natura, os parágrafos desobedientes, os neologismos do coração, a curiosidade vulcânica e a falta de cansaço por pensar demais. Demais, demais, demais, sempre demais… A intensidade sem limites e todas suas consequências. Os ímpetos racionalizados e a teimosia silenciosa.
Como eu havia dito – com a ajuda de Sthendal – no último post da primeira versão do Pedaços: “O amor é uma flor delicada, mas é preciso coragem de ir colhê-la à beira de um precipício”.
Eu adoro precipícios, eles funcionam melhor do que qualquer dose cavalar de Red Bull. E sobre o amor… Cada dia eu o vejo de uma forma diferente e sempre tenho a sensação de tê-lo descoberto pela primeira vez. É fácil falar de amor quando as pessoas parecem imortais e a segurança da rotina mantém seus desejos sob rígido controle. No momento em que isso muda, a respiração pára por alguns longos minutos. E ao recuperar o fôlego, perder tempo se transforma na pior das heresias…
Essa entrada foi publicada em 0, 9 \09\UTC setembro \09\UTC 2009 às 9:09 e arquivada em Uncategorized. Você pode acompanhar qualquer resposta para esta entrada através do feed RSS 2.0.
Você pode deixar uma resposta, ou trackback do seu próprio site.
que manhã feliz ! A louca voltou !
como sempre, amei !
beijocas da fã nº 1 !!!!rs
Tinha certeza que não conseguiria ficar longe disso… Não pode ficar longe disso… rs. Tava com saudade de ler esses textos…
besos hermana…